DIA DO OBSTETRA – ALIMENTAÇÃO NA GESTAÇÃO!

Parabéns para TODOS os obstetras que cuidam das nossas grávidas e recém nascidos!

Seguem algumas dicas para a saúde da mãe e do bebê…

Proteínas
Devido ao processo de construção de novas células do bebê e no próprio corpo da gestante para abrigá-lo há um aumento das necessidades diárias de proteínas, pois são nutrientes construtores e importantes para inúmeros processos no corpo.
Temos como fonte proteínas as de origem animal (carnes, aves, peixes, ovos, leite, queijo, iogurte) e as de origem vegetal (cereais integrais, feijão, lentilha, ervilha, grão de bico).
Vale lembrar que as proteínas de origem animal são consideradas proteínas completas (contém todos os aminoácidos essenciais); enquanto que as de origem vegetal por não contê-los, devem ser associadas com cereais (por exemplo feijão com arroz, ervilha com milho,etc.) para obtermos um conjunto de aminoácidos essências (proteínas completas).

Ácido Fólico
Vitamina importante para redução do risco de malformações do sistema nervoso central e do feto e outros efeitos congênitos.
É encontrada em vegetais folhosos verdes, cenoura, gema de ovo, trigo integral e farinhas integrais.

Cálcio
Durante a gestação a ingestão de cálcio nas recomendações adequadas é essencial para a formação do feto e da manutenção do bom funcionamento do organismo materno. Quando o consumo pela mãe do mineral é insuficiente, o feto passa a resgatar as reservas de cálcio da mãe (dos ossos e demais depósitos), podendo ocasionar queda de cabelo, unhas fracas e a longo prazo poderá desencadear o enfraquecimento dos dentes e dos ossos (osteoporose).
São boas fontes de cálcio o leite, queijo, iogurte, alimentos fortificados com cálcio, salmão, sardinha enlatada, sorvete de leite, espinafre, almeirão, couve, tofu.

Vitamina D
Como a vitamina D auxilia na absorção de cálcio, tal como se apresenta uma demanda maior de cálcio na gestação, recomenda-se conjuntamente o aumento de vitamina D.Sua falta pode provocar atraso no crescimento e deformações ósseas.
Encontramos vitamina D em fígado, peixes, ovos, manteiga.

Ferro
O ferro é parte da hemoglobina, que é um constituinte importante das células sanguíneas, sendo responsável pelo transporte do oxigênio para todas as células do organismo da mãe e do feto. A anemia é ocorre muitas vezes na na gravidez, proporcionando sintomas como indisposição, fraqueza e tonturas.
Boas fontes de ferro são: vísceras,carnes vermelhas, aves, peixes, feijões e hortaliças folhosas (ex.: couve, espinafre, brócolis), recomenda-se consumir frutas cítricas depois de consumir estes alimentos.

Água
Deve-se ingerir pelo menos seis a oito copos de água (em torno de dois litros ao dia). A água ajuda a manter o bom funcionamento do intestino, reduz risco de infecções urinárias e posteriormente ao nascimento da criança, conforme maior for a ingestão de líquidos, maior será a produção materna de leite. Dê preferência à água, aos sucos naturais e à água de coco, pois esses últimos além de hidratarem fornecem vitaminas e minerais.

Outras recomendações

* Caso tenha náuseas e enjôos (comuns no primeiro trimestre gestacional) procure tentar se alimentar de 5 a 6 refeições pequenas durante o dia, evitando grandes volumes de alimentos ou líquidos. Evite deitar-se ou sentar-se muito inclinada logo depois de comer para não ter refluxos. Mastigue bem devagar os alimentos, sem pressa, em locais e horários mais tranqüilos para uma boa digestão. Uma boa dica para a azia matinal é consumir 2-3 bolachas de água antes de levantar-se da cama e aguardar o café da manhã para depois de se sentir melhor.

* Evitar excesso de sal e alimentos salgados para não ter um aumento de pressão arterial e retenção hídrica (especialmente se a mãe já era hipertensa antes da gravidez)

* Procure se abster de álcool, cigarro ou drogas, pois são substâncias danosas ao organismo da mãe e do feto, o sangue recebe todos os nutrientes e atravessa a placenta, atingindo o sistema circulatório do feto.

* Tente consumir diariamente frutas, verduras, legumes e cereais integrais para garantir um bom aporte de fibras que manter um trânsito intestinal adequado (é comum a mãe sofrer de prisão de ventre na gestação) e garantir as vitaminas e minerais que ela e a criança necessitam.

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

figado inflamado com um figgado saudavel

Fígado inflamado: por que ele trava o emagrecimento antes mesmo de você perceber

Durante anos, o fígado foi tratado apenas como um “filtro de toxinas”. Mas a ciência moderna mostra que esse órgão é, na prática, um centro de controle metabólico e hormonal. Quando ele entra em estado de inflamação silenciosa, o corpo inteiro muda de comportamento — mesmo em pessoas que se alimentam melhor e tentam emagrecer. Esse tipo de fígado inflamado não costuma gerar dor imediata nem sinais evidentes, o que faz com que o problema avance de forma discreta. Ainda assim, seus efeitos são profundos e impactam diretamente o metabolismo, o peso corporal e os níveis de energia. O que é a inflamação silenciosa do fígado Diferente de uma hepatite aguda ou de uma dor evidente, a inflamação hepática leve acontece de forma progressiva. Ela surge quando o fígado passa tempo demais lidando com excesso de estímulos inflamatórios, como: Com o tempo, o fígado entra em modo de defesa. Ele não para de funcionar, mas passa a priorizar a sobrevivência, e não a eficiência metabólica. Por que o fígado inflamado dificulta o emagrecimento O fígado é responsável por regular processos essenciais para a perda de peso. Quando há inflamação do fígado, essas funções ficam comprometidas. Entre elas: O corpo entra

LER MAIS
Médico explica sobre desintoxicação do fígado.

Desintoxicação do fígado: o que a ciência diz sobre inflamação, glutationa e metabolismo travado

Por muito tempo, falar em desintoxicação do fígado foi tratado como algo secundário ou até exagerado. No entanto, pesquisas atuais em saúde metabólica e inflamação mostram que o funcionamento hepático adequado é um dos pilares para o equilíbrio do organismo. Quando o fígado não consegue cumprir suas funções de forma eficiente, os impactos não se restringem a um único sistema, mas afetam todo o corpo. Por que o fígado é o centro do equilíbrio metabólico O fígado é o principal órgão responsável por neutralizar toxinas, metabolizar gorduras e regular processos inflamatórios. Estudos mostram que, quando ele está sobrecarregado, o organismo entra em um estado de inflamação crônica de baixo grau, afetando diretamente o metabolismo e a composição corporal. Além disso, o fígado participa ativamente do controle da glicose no sangue, da produção de proteínas essenciais e da regulação hormonal. Quando essas funções são comprometidas, o corpo passa a operar em “modo de sobrevivência”, priorizando o armazenamento de energia e reduzindo a eficiência metabólica como um todo. A função da glutationa vai além da desintoxicação. Ela também protege as células contra danos, participa da regeneração de tecidos e contribui para o funcionamento adequado do sistema imunológico. Quando sua produção cai, o

LER MAIS
Fígado sobrecarregado

1 Fígado sobrecarregado: por que o corpo não consegue se desintoxicar sozinho

Entenda como a intoxicação silenciosa afeta o metabolismo, a inflamação e a saúde como um todo Cansaço constante, dificuldade para emagrecer, inchaço abdominal e inflamação recorrente nem sempre estão ligados apenas à alimentação ou ao sedentarismo. Segundo a ciência, esses sinais costumam ter uma origem comum: um fígado sobrecarregado e com baixa capacidade de desintoxicação. O fígado é o principal órgão responsável por neutralizar toxinas, metabolizar gorduras, regular hormônios e controlar processos inflamatórios. Todos os dias, ele lida com substâncias vindas da alimentação, medicamentos, álcool, poluição e até do próprio metabolismo. Quando essa carga ultrapassa sua capacidade, o corpo entra em um estado de intoxicação crônica de baixo grau. Esse cenário é cada vez mais comum na rotina moderna. A exposição constante a alimentos ultraprocessados, aditivos químicos, pesticidas, bebidas alcoólicas, além do uso frequente de medicamentos, cria uma sobrecarga silenciosa. Mesmo pessoas que acreditam ter uma alimentação equilibrada podem apresentar sinais de um fígado exausto, justamente porque a soma de pequenos estímulos inflamatórios ao longo do tempo compromete a função hepática. A ciência chama esse processo de inflamação metabólica crônica de baixo grau — um estado em que o corpo não está doente de forma aguda, mas também não consegue

LER MAIS
qual a diferença de magnésio dimalato e malato

Qual a Diferença de Magnésio Dimalato e Malato? Guia Prático

Introdução Cada dia mais pessoas buscam informações sobre suplementação de magnésio devido aos seus potenciais benefícios para a saúde, mas nem sempre a escolha do tipo adequado é bem compreendida.  Afinal, qual a diferença de magnésio dimalato e malato? Essa é uma dúvida comum entre os consumidores que se deparam com diferentes opções no mercado. Enquanto muitos buscam alívio para cãibras musculares ou falta de energia, escolher o suplemento adequado pode fazer diferença na saúde e no bem-estar. Será que um desses tipos de magnésio pode ser mais eficaz para suas necessidades? Ao analisar as características de cada um, é possível entender melhor como eles atuam no organismo e identificar qual pode ser o mais alinhado aos seus objetivos de saúde. Dito isto, continue lendo para saber qual a diferença de magnésio dimalato e malato. Qual a Diferença de Magnésio Dimalato e Malato O magnésio dimalato e o magnésio malato são dois compostos distintos de magnésio que têm impactos diferentes no organismo. Compreender as suas definições, estruturas químicas e efeitos no corpo pode ajudar a escolher o mais adequado para seus objetivos. Definições e Estruturas Químicas Qual a diferença de magnésio dimalato e malato em termos de composição? O magnésio

LER MAIS